Boas vindas!

Aqui é um espaço para quem não quer mais viver “com travas”. Ele é feito para te ajudar a ter confiança e segurança para expor quem você é, o que faz e o que pode entregar. Uma Vida Sem Vergonha é uma vida livre da paralisia que o medo de ser julgado e criticado traz; é uma vida com 

mais coragem para realizar-se pessoal e profissionalmente!

Oi

Meu nome é Rosanna.

Eu sempre fui a menina comportada da escola. A quietinha. Eu tinha dificuldades em coisas básicas, como pedir licença quando não conseguia ver o quadro ou pedir ajuda se passava mal. Esses comportamentos nunca foram notados porque eu era a aluna “ideal”, a que nunca dava trabalho. A adolescência foi também cheia de questionamentos em relação a minhas atitudes.

Continuei assim até a faculdade, deixando de sair porque não estava confortável sendo quem eu era, não dando minhas opiniões porque ficava pensando se elas estavam “certas” mesmo e por aí vai.

Quando me formei, procrastinei a entrada no mercado porque estava insegura demais. Assim, inventei outros objetivos que me levaram a um “esconderijo”, quase literalmente. 

A constância das gravações e as lives na internet são um marco para mim, que lembro sempre como o início de uma nova fase. Lidei com inúmeras questões para começar a aparecer. Assim, comecei a aprender mais sobre o medo de se expor e, depois de muito estudo e trabalho interno, passei a ajudar mais pessoas que tinham as mesmas dificuldades que eu tive. 

Você pode ter lido ali que meu trabalho é sobre este

 “medo do olhar do outro”...

…mas deixa eu te explicar melhor como posso te ajudar. Meu trabalho é te ajudar a sair dessa gaiola em que você está preso, te ajudar a se desvencilhar de tantas amarras que te impedem de realizar na sua vida, de se comunicar, de passar sua mensagem para o mundo.

A seguir você tem mais objetivamente em quais problemas em posso te ajudar:

Se você se sente inibido em situações sociais, não sabe bem como se desenrolar, como se comunicar bem com as pessoas e acha que nunca vai ser diferente porque desde que você se entende por gente é assim, calma. A timidez é esse estado de trava que você conhece bem, como se aí dentro de você convivessem duas grandes forças: uma que te impulsiona a fazer algo e uma que julga esse impulso e, automaticamente, faz com que você trave. Para te dar um pouco mais de trabalho, existem muitos pensamentos que fazem com que você permaneça no mesmo lugar.

Esses pensamentos sempre realçam o que você tem de ruim e te lembram como suas experiências anteriores foram um fracasso também. Esses pensamentos existem por conta da sua atenção seletiva para o que foi ruim em relação a você e ao que você fez. Quando você olha tantas coisas negativas, não há nada aí dentro que te dê alguma esperança de que a sua atitude pode ser diferente, não é?

Sabia que é possível aprender a ser de outro jeito e descobrir uma forma mais leve e sem sofrimento de interagir com as pessoas?

Me chama pra trocar uma ideia sobre isso.

Não, não é estranho. É totalmente compreensível.

A vergonha é uma emoção humana. Por ser uma emoção, todos nós, tímidos ou não, já sentimos. A vergonha é a sensação ruim que você tem quando pensa no olhar do outro sobre você. Dito de outra forma, é a sensação de ser inadequado, de ter algo errado com você.

Isso acontece porque você age guiado por um conjunto de expectativas formadas ao longo da sua vida e muito provavelmente nunca identificou o que existe por lá e o que esperam de você, de fato.

Como você tem um nível de exigência muito alto, esse padrão de expectativas é tão alto também. Mas, para completar, você tem um olhar extremamente crítico para você. Nada está bom e, quando está, não foi mais que a sua obrigação. Quando você percebe, mesmo que não consciente, essa distância que há entre seu “verdadeiro eu” e quem você “deveria ser” o choque é tão grande que você não se atreve a se mostrar de verdade. Caso descubram, o que será de você?

É mais ou menos assim que a vergonha funciona e atrapalha a sua vida. A questão é que, quanto mais você adia sua ações, menos resultados você verá no mundo. E, enquanto você não vir o resultado da sua ação, enquanto você não estiver em movimento no mundo, você não terá evidências substanciais para dizer o que você é capaz de fazer ou não. Me entende? Você não age porque se acha menos, mas para saber do que é capaz, você precisa agir. Logo, é necessário quebrar o círculo vicioso que te mantém paralisado.

Se quiser aprender como criar coragem e começar a agir, me manda uma mensagem. Vamos conversar!

Qualquer pessoa pode ter receio ou medo de se expor. Isso acontece porque nossa sociedade é voltada “para o outro”. Desde o final da Segunda Guerra, dizem alguns sociólogos, deixamos de ser uma sociedade voltada para dentro para ser uma sociedade voltada “para fora”. Isso significa que delegamos a noção do nosso valor pessoal à avaliação do outro, ao olhar do outro.

É como se precisássemos do aval dos nossos pares para ser quem somos. Mas o conjunto de regras e expectativas sociais, mais as expectativas familiares e as suas próprias expectativas criaram uma fantasia de perfeição em torno de si e do que você expõe. Essa fantasia existe para te proteger de qualquer crítica ou julgamento externo. Pensa bem: se me envolvo com um manto de perfeição não recebo críticas, logo, não sou “atingido”. Por isso repito constantemente nas minhas redes sociais que o perfeccionismo é a desculpa mais nobre que você poderia ter para evitar se expor. As suas condições para fazer qualquer coisa beiram a perfeição e você insiste em dizer que é só uma pessoa “muito dedicada”.

Há formas mais inteligentes de lidar com o medo de se expor. É possível aprender a se expor de forma segura e autêntica, sem tanto sofrimento. Me chama pra saber melhor como é isso.

A insegurança vem da nossa falta de habilidade de perceber objetivamente o que somos capazes de fazer e da nossa necessidade de controle de todos os resultados da nossa ação. A pessoa insegura guarda grande necessidade de “acertar”, de “fazer a coisa certa” e acredita, em algum nível, que o erro arruinará sua vida ou sua imagem. Para completar, a insegurança é alimentada por uma percepção empobrecida de quem se é. Os olhos das pessoas inseguras estão focados no que elas ainda não tem e, como eu disse no outro item, num modelo de execução que beira a perfeição. Como você já sabe, buscar o perfeito dessa forma é só uma proteção para que você não receba críticas. O problema é que isso tudo faz com que a pessoa insegura fique cada vez mais presa, sem habilidade para caminhar em direção ao que se quer. Para que você não perca mais tempo e não corra o risco de ter uma “vida não vivida”, fala comigo pra saber como ter mais segurança em si mesmo e nas suas ações.

O medo de ser julgado existe pela nossa necessidade de pertencimento. Alguns estudiosos dizem que essa necessidade vem da experiência dos nossos ancestrais, que precisavam andar em bandos para que sobrevivessem. Estar sozinho significava maior probabilidade de morte. Pensa só: estar incluído no grupo era sinônimo de sobrevivência. Isso perdurou de outras formas e refletiu-se na nossa emocionalidade e nós precisamos nos sentir pertencentes. O negócio é que sentir-se pertencente se confundiu com ser “gostado” ou “aprovado” por nossos grupos. Então a gente se apresenta da melhor forma possível, a forma que achamos que não seremos “julgados”, para não corrermos o risco de sermos “cortados do grupo”.

O problema é que isso influencia as pessoas de tal forma que elas se tornam reféns dos olhares dos outros. Essa busca por validação, por estrelas por seu bom comportamento, tem feito com que você viva uma vida de aparências. E muito provavelmente você ainda está entristecido ou sentindo que falta algo porque quando você é aceito pelo que você não é, você não se sente pertencente. Entende? O tiro sai pela culatra, como dizem. Faço ou não faço isso para ser aceito. Até que sou aceito, mas não me sinto parte de verdade. Enquanto você continua sendo algo que não é, algo aí dentro fica esquisito mesmo. A boa notícia é que é possível ser quem você é (ou descobrir, né, porque foi tanto tempo sendo outra pessoa que não você mesmo), continuar cumprindo seus deveres e respeitando os outros. Você deixa de ser refém das avaliações externas, fica mais produtivo, mais útil e mais feliz.

Me chama pra conversar pra saber como eu posso te ajudar nisso.

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Na vida concreta, saber se expor traz mais realizações, mais felicidade, mais paz e mais dinheiro. E os aprendizados para que esta exposição seja tranquila precisam ser exercitados diariamente. Então, quanto mais cedo você começar do jeito certo, mais cedo estará no lugar que quer.

O Espaço Vida Sem Vergonha é o nosso lugar para reflexões, como todo introvertido gosta. Você é muito bem-vindo. Para entrar, clique aqui:

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Você pode me encontrar no instagram @vida.sem.vergonha. Ou se preferir, mande um email  através do formulário abaixo ou clique no botão do WhatsApp.

Sempre encontrei pessoas querendo realizar coisas que eram importantes para elas, mas não conseguiam. Elas travavam no início ou no meio do caminho e ficavam buscando soluções em lugares “errados”, porque se acostumaram a achar que seus problemas se resumiam em procrastinação. 

Atendendo estas pessoas, comecei a ver que seus problemas não estavam relacionados à organização de suas atividades ou à gestão de tempo, mas ao “medo do olhar do outro”. É assim, te explico: para que você faça coisas, para que você se realize pessoal ou profissionalmente, você precisa se expor em alguma medida. Sair em direção a algum objetivo gera nas pessoas certo receio em relação ao que os outros podem pensar dela, mesmo que eles não tenham nada a ver com seu projeto. O medo do olhar do outro atrapalha desde o alcance de objetivos que não dependem de plateias, até situações de exposição propriamente ditas. 

Participar em reuniões de trabalho e ter segurança para liderar equipes são outros exemplos em que o medo do olhar do outro é prejudicial. Esse medo existe porque o pertencimento é importante para nós. Há explicações evolutivas e de perspectiva emocional, mas todas concordam que a possibilidade de “ser cortado” do grupo é percebido como um grande risco para nós (não, não é consciente). Assim, nós vamos prestar muita atenção no que falamos ou fazemos para não sermos julgados pelos outros e recebermos, ao invés disso, seu olhar de aprovação. O problema é que o olhar de aprovação, de orgulho, de admiração forjou a gaiola em que você está preso. A necessidade de receber a aprovação dos outros reduz todo o seu potencial de realização e limita suas atitudes ao extremo. 

É por isso que, muitas vezes, você sabe o que quer fazer, sabe qual contribuição pode dar naquela reunião, mas, mesmo assim, a coisa não sai e você trava. É assim que as pessoas vão se esquivando de suas ações querendo se preparar mais, aprender mais, meditar mais, rever o planejamento, fazer mais um curso, sempre algo que representa “você não está pronto ainda para isso”. Foi assim que percebi que o maior problema das pessoas não é planejar, mas perceber que são o suficiente para começarem a agir e que precisam enfrentar este medo, muitas vezes subestimado. Se não o enfrentam, nunca vêem o resultado da sua ação no mundo e, consequentemente, nunca se verão e nunca se descobrirão boas em algo.  

Comecei a ver que era mais que importante falar desse tema porque essas pessoas que estão adiando seus projetos são pessoas que querem fazer algo de bom pelo mundo e por si mesmas, por que não? Elas têm boas ideias. Elas são competentes de verdade, quando não sabem de algo, vão atrás. Elas são comprometidas. Sim, são. Inegavelmente. Hoje, esse tema me motiva mais ainda porque fico inconformada de ver a quantidade de boas pessoas que tem medo de aparecer e se mostrar, mostrar o que fazem. Enquanto isso, como digo nas minhas lives, pessoas inescrupulosas agem sem um pingo de vergonha na cara.